terça-feira, agosto 28, 2007

SORRIA!



VOCÊ ESTÁ SENDO MANIPULADO!

quarta-feira, agosto 22, 2007

Meio chateado.

Sabe aquele dia em que, pra ficar meio chateado, você teria de melhorar seu mau humor em cinqüenta por cento? Pois é...

Segunda-feira foi um desses dias!

Eu já disse isso.

Há dias em que tudo o que eu digo, faço, penso, sinto, sei, enfim, tudo o que sou ou tenho tentado ser nessa vida parece ridículo, desinteressante, bobo demais. Hoje foi um deles. Amanhã será outro.

O Brasil tem jeito.

Quem não tem é o brasileiro. Ô, povo torto! Faz-se representar por ladrões para aplacar a própria consciência, sob a máxima falaciosa e imoral de que o "ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão".

Não ame, não odeie.

Seus sentimentos não alteram a trajetória da bala. Desvie, ou caia.

off

Depois de alguns dias de pane no blog........vamos às pendências.

quinta-feira, agosto 16, 2007

Desconfiança.

A ameaça está no próximo: ele fere, deixa sangrar e sabe o que faz.

sábado, agosto 11, 2007

Por que Renan não cai?

Por que há mais do que simplesmente ar sustentando canalhas no Brasil: aviões voam porque são mais pesados que o ar, políticos corruptos e corruptores se sustentam porque são mais pesados do que a consciência política do cidadão brasileiro.

PS: Hoje eu tô com os dedos afiados e as minhocas pensantes em ebulição!!! Atirem a primeira pedra para eu mostrar o meu valor!!! please!!

Convite.

Marta ex-Matarazzo-Suplicy, atual Ministra do Turismo Sexual, ao declarar sua política do Relaxa e Goza, bem que poderia ter se dirigido ao potencial visitante estrangeiro, convidando-o assim: “Quer se foder? Conheça o Brasil, a terra que tem um povinho que puta que pariu!” – um slogan facilmente adaptável a qualquer tipo de atividade exercida nessa terra com formato de vagina escancarada: “... a terra que tem aeroportos que puta que pariu!”, “... que tem um governo que puta que pariu!”, “... uma Saúde que puta que pariu!”, “... a Justiça que puta que pariu!” etc.

Hipocrisia é nossa pior DST - Doença Socialmente Transmissível.

Generalizando sem medo nem vergonha, uma vez que exceções, além de raras, estão à beira da extinção: o Brasileiro é hipócrita. A hipocrisia é nossa DST: Doença Socialmente Transmissível. Passa de um para o outro na prática cotidiana da sacanagem gostosa, escondidinha, feita na moita; não mata, não inutiliza, não aleija, mas também não tem como não pegar no mais simples contato. O anticorpo da Educação há tempos não está mais presente no tecido moral de nossa sub-raça. Sem antídoto, só por um milagre essa gente de caráter podre, sorriso largo e consciência embaçada seria capaz de livrar-se da moléstia da qual ninguém se envergonha, que ninguém confessa e a que todos condenam. Entre outras tantas safadezas, ela permite ao sujeito, por exemplo, comer sorridente ao lado de quem odeia e largar à míngua quem ele diz que ama, sem o menor remorso, como cumprisse uma obrigação; permite-lhe aceitar e oferecer presentes às escondidas, sem sinal de constrangimento, como fosse um dever. A hipocrisia tem um efeito anestésico que impede o brasileiro de sentir o mau cheiro de sua própria podridão, sem o impedir, no entento, de sentir o fedor alheio.

terça-feira, agosto 07, 2007

Tudo o que eu sei...

Tudo o que eu sei, de nada vale. Sinto-me bem preparado para coisa nenhuma. Parece que tudo o que eu aprendi na vida está fora do conjunto das verdadeiras necessidades humanas. O mundo é para os prepotentes, mentirosos, oportunistas e assemelhados. Eu não sei nada de útil para um homem normal nos dias de hoje. Estranho demais.

Quem cala...

Pois é.

Nada.

Nada machuca mais que a mentira.

quinta-feira, agosto 02, 2007

Eventos.

Nem todo acontecimento importante para você é um evento significativo para o outro e vice-versa. Aliás, muitas vezes, é exatamente o contrário, por pior que lhe pareça.

Preciso aprender.

Que a conveniência não significa necessariamente prazer. Que os sentimentos não devem atrapalhar a produtividade. Que as pessoas educadas sorriem mentirosa mas civilizadamente. Que nada disso tem a menor importância. Entre outras coisas.

Uma derrota pessoal.

Demora, mas um dia você compreende que aquela coisa que você considerava tão importante, tão significativa, tão legal, simplesmente não tinha a mesma relevância para os demais, era até bobagem. Esse momento você vive uma pequena derrota pessoal e, portanto, sem a menor importância para mais ninguém além de si mesmo. Não abala o mundo, mas mexe com você.

Assim: você acredita que o fato de fazer carinho no cachorro, enquanto ele se alimenta, deixa o bichinho feliz, simplesmente porque é isso isso, e não a ração, o que deixa você feliz. Só que um dia você entende que o cãozinho não está nem aí pra você, seus carinhos; ele quer o alimento, e o carinho é, na cabecinha dele, apenas uma obrigação sua por prendê-lo a sua vida.

Entende?

Tudo bem. A vida não é apenas vitórias e prazeres.

Por quê? Não sei.

Por que me incomoda aquela pessoa chegar ao escritório com uma hora e meia de atraso e desfilar sorridente? Não sei.

Por que me incomoda aquela pessoa sair do escritório uma hora antes do fim do expediente para ir à concessionária? Não sei.

Por que me incomoda aquela pessoa fazer uma hora a mais de almoço todo dia? Não sei.

Por que me incomoda aquela pessoa desfilar sem uniforme e só utilizá-lo nos dias em que há reunião de diretoria? Não sei.

Por que me incomoda aquela pessoa fazer meia hora de café da manhã depois de chegar atrasada? Não sei.

Por que me incomoda aquela pessoa fazer meia hora de café da tarde depois de chegar atrasada? Não sei.

Por que me incomoda aquela pessoa em quase tudo o que ela faz? Não sei.

Inveja? Não, que não tenho vontade de copiar o que os outros fazem de errado. Creio que seja mais a dor de ter de conviver com a felicidade dos que não cumprem as regras. É isso. Eu gostaria que os marginais sofressem, mas não sofrem. Acabo sofrendo eu por isso.

Ou não. De repente é mesmo apenas inveja que eu sinto dos vagabundos, preguiçosos, sem vergonhas e pilantras de toda sorte. É... pode ser isso.

O que sei é que me incomoda, irrita e, por fim, afasta dos que são assim e - pior - dos que aceitam isso numa boa, como se aquela pessoa - a despeito de tudo o que faz - fosse igual a mim (e eu sei que sentir isso me torna um pouco pior do que ela).