terça-feira, julho 28, 2015

Simplifique

PORQUE COMPLICAR A VIDA?
Sentiu saudade?....... ligue!
Quer um encontro?...... Convide!
Quer ser compreendido?..... Explique!
Tem questionamentos!?..... Pergunte!
Não gosta de algo?..... Diga não!
Gosta de algo?..... Aproveite!
Quer algo?..... Peça!
Ama alguém?..... Se declare!

NÓS SÓ TEMOS UMA VIDA TORNE A MAIS SIMPLES!!!!!!

segunda-feira, julho 27, 2015

1º Ato

Afinidade não se explica... Amizade não se força... Confiança não se obriga e sentimento não se controla!

sexta-feira, julho 24, 2015

Mude!

Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses.

quinta-feira, julho 23, 2015

Responsabilidade

O amor, no seu conjunto, não se reduz à emoção nem ao sentimento, que não são senão alguns dos seus componentes. Um elemento mais profundo, e de longe o mais essencial de todos, é a vontade, que tem o papel de modelar o amor no homem. Na amizade - ao contrário do que sucede na simpatia - a participação da vontade é decisiva.

quarta-feira, julho 22, 2015

Não alimente a miséria.

Esmola vicia. Alivia a culpa de quem tem um miserável na frente, mas não estimula o esmoléu a se livrar de seus males. Dinheiro para moleques que vivem de mendigar ou vender balinhas de origem suspeita, ou para mulheres com bebês no colo ou pencas de filhos largados numa calçada, ou para um homem cheio de feridas ou histórias tristes, dinheiro dado às pressas não ajuda a melhorar a vida dessas pessoas; serve só para que elas saiam da frente e sua consciência pese menos. Dar esmola não é caridade. Caridade é aliviar o sofrimento do semelhante, não estimulá-lo a continuar no caminho de sofrimento sem a menor reação. Quer praticar a caridade, dê comida, ofereça um banho, faça o curativo ou limpe as feridas dessas pessoas, dê-lhes ânimo e boas lições para que saiam da situação em que se encontram, se possível encaminhe-as para um lugar onde encontrem dignidade, tratamento e boas oportunidades de trabalho. Isso, aliás, de praticar a caridade, dá um trabalho danado... É muito diferente dessa esmolinha viciante e asquerosa que as pessoas dão com caras que vão do medo à indiferença, passando pela mais deslavada cara de santinho chorão. Tudo o de que o mundo não precisa é de quem vicie animais com comida industrializada e gente com dinheiro fácil. Ainda que seja o das balinhas no sinal e a tal Criança Esperança. Alimente a miséria, ela cresce.

terça-feira, julho 21, 2015

A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido e não na vitória propriamente dita.

Amar, é encontrar a própria felicidade na felicidade alheia.

quinta-feira, julho 16, 2015

Minha demissão.

Hoje, as minhas minhocas pensantes se rebelaram e ascenderam uma velha discussão, a "em tese" minha demissão. Tenho pensado muito nisso, ultimamente. Insatisfeito, não com meu trabalho, mas com o organismo corrompido em que vale mais patifaria do que a amizade. (Malditos hippies que ensinavam a valorizar o amor e o sonho, e a desprezar conveniências!) A realidade é que tenho me sentido só, isolado em minha razão e em meus valores; isso me desagrada. Por sorte, ou azar, a mesma covardia que determina a ação nos demais é o que me mantém paralisado.

Burro

Finjo-me de burro, para não ser incomodado pelos que fingem ser inteligentes...

terça-feira, julho 14, 2015

E não é?

Tristeza do Jeca

Hoje, que é um dos dias mais chatos e tristes da minha existência insignificante.

segunda-feira, julho 13, 2015

S.R.S.

Devia estar olhando o mar. Em vez disso, minha testa lateja infernalmente. Conseqüência do trânsito das seis, do clima esquizofrênico de Campinas que amalgama quatro estações do ano em uma semana só, da sinusite latente, dos pressentimentos realistas, dos fatos irrevogáveis que movem os náufragos deste barco desnorteado dos nossos dias. As minhocas berram em uníssono no trapézio dos meus pensamentos, conspurcando o silêncio que não me deixa em paz. Neste exato momento, tudo que eu quero é recostar minha cabeça em um colo que cale todas as buzinas, telejornais, reprimendas imaginárias e cicatrizes que não sabem ficar caladas, e me faça esquecer de tudo que não seja Amor.

Pare o Mundo que Eu Quero Descer!!!

Estou convencido de que a maioria ABSOLUTA dos meus arrependimentos se deve à minha total FALTA de discernimento sobre a hora de FALAR e a hora de FICAR QUIETO. Ora falo DEMAIS e perco a hora de agir, ora DEIXO de dizer algo que NÃO PODERIA ser deixado pra depois. Isso quando não faço AS DUAS coisas, uma na seqüência da outra. Ou simplesmente falo o que NÃO DEVIA. Ou FAÇO o que não podia. Enfim.

domingo, julho 12, 2015

Atitude S.R.S.

Existem todas as possibilidade, a mais absoluta liberdade de escolha. Como em um livro, onde cada letra permanece para sempre na página, mas o que muda é a própria consciência que escolhe o que ler e o que deixar de lado.

Contrição

Cansei dessa necessidade que todos parecem ter de expor suas opiniões e depois verem-se compelidos a justificá-las, argumentá-las, passionalizá-las, asseverá-las a ferro e fogo. Certas discussões me lembram aquelas intermináveis mesas-redondas de futebol, em que uma bancada repleta de palpiteiros discute ad nauseam se tal jogador estava impedido, se tal lance foi pênalti ou não, e a troco de quê? Do mais rotundo e absoluto nada. Já briguei demais com pessoas importantes em minha vida movido por essa vaidade estúpida de querer provar as minhas verdades. Estou saturado de viver em um ambiente cercado de palpiteiros patológicos que, subitamente, tornam-se experts sobre qualquer assunto que esteja sob o imediato foco midiático. Não quero provar que o meu gosto musical é mais refinado, que a minha opinião sobre o porte de armas é melhor argumentada que a sua, que eu li um porrilhão de livros e isso me torna um sujeito mais culto, que eu sou bacana e cool e blasé e indie e antenado. A compreensão de que minha opinião sobre qualquer assunto é tão relevante quanto saber a cor da tampa do ralo do banheiro público da praça é algo que ainda apreendo aos poucos, e faz parte do paulatino e dolorido processo de tentar me tornar uma pessoa melhor. Um dia ainda hei de saber filtrar a arrogância, o cinismo e o ceticismo que envenenaram minhas palavras em certos bate-bocas, discussões, e-mails (quem afirma algo como "se eu pudesse voltar atrás faria tudo exatamente igual" é um contumaz imbecil). Pretendo, pois, limitar minha participação em embates verbais exclusivamente a situações in loco, ao lado de amigos que me vejam olho no olho e saibam reconhecer meus momentos de ironia, convicção, sarcasmo e, sobretudo, fraqueza.